quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Criatura ou viatura

Estou em outro universo
Uma viagem a cada verso
Doces ou amargas
Onde meu sentir são palavras

A caneta a balançar
Meus versos a rimar
De certa maneira me orgulho
Nas poesias eu mergulho

A toda viagem que vou
Ouvindo um bom rock'n roll
Demonstrando toda minha cultura
Apesar de ser obscura
Embalado pela loucura
Mas me recuso a cura
E só pra rimar: criatura
Ou então viatura

Noite Fria

Noite quieta,acordar dos morcegos
Vento frio balançando galhos secos
Clima tenebroso
O frio chegou até meus ossos

A lua cheia parece me encarar
Sou perseguido por cada olhar
Meu jeito de ser diferente
Pois não quero me misturar com essa gente
Hipócritas enrotulados
Faltam ser embalados
Forçando-nos a ser cópias idênticas
Com toda minha destreza
Vou nadar contra a correnteza

De volta a meu mundo frio
Onde tudo é sombrio
Onde meu coração palpita a mil

Minha donzela

Quero o licor dos teus lábios
Anjo negro que me traz a loucura
Seus olho passagem para sua alma obscura

Seu jeito vampiresco
Meu pescoço dispõe de sangue fresco
Meu coração a palpitar
Faz meu corpo incendiar

Quero o calor do teu corpo
Pra você minha donzela querida
Te juro a minha vida

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

baú dos briquedos

Saudade de quando o mundo era perfeito
Apesar de dizer que tinha defeito
Que reclamava que queria ser maior
Mas não contava com responsabilidade ao meu redor

Brinquedos para mim era uma história
Horas que ficavam na memória
Utopias eram incentivos
Tudo para brincar era motivo

Saudade até dos meus bobos medos
Nostalgia no baú dos brinquedos
Nada no mundo era mal
e sempre um carinho maternal

Bolhas de sabão ao mundo
Via diversão em tudo
Correr omtem era aventura
E hoje ao compasso de uma vida dura.

sábado, 18 de setembro de 2010

Cadê ?

Cadê minha poesia ?
Já procurei de noite já procurei de dia
Já procurei janeiro julho também
Procurei no Brasil até Jerusalém

Minha criatividade está esgotada
No papel já não sai nada
Passa o tempo passa a hora
Minhas rimas estão indo embora

Olho, procuro e remexo
Ficou bravo comigo
No canto da mesa eu a vejo
Mas agora eu nem ligo

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